Ma oee! Pela primeira vez akee no blog, em algo jamais visto antes, vamos relatar sobre uma final de Copa do Mundo! Foda-se. Ontem, dia 11 de julho, Holanda e Espanha fizeram uma final inédita, onde todos conheceriam um novo integrante da categoria dos que já venceram e levaram o caneco desta competição mundial.
A Espanha, que começou na competição com o status de campeã europeia, o melhor meio campo do mundo e uma amarga derrota pra Suíça, vinha pra encarar uma outra sensação do torneio, a Holanda, que até então vinha de uma série de muitos jogos invictos (procure maiores informações no Google.com) e uma vitória de virada sobre o Brasil (não que signifique algo, mas estou fazendo média com o povo patriota que acessa saporra). Quem levaria a melhor?

Stekelenburg, Van Persie, Heitinga, Mathijsen, Kuyt e Van Bommel; Van der Wiel, De Jong, Van Bronckhorst, Sneijder e Robben.
Durante quase todo o primeiro tempo, a Espanha partiu pra cima e a Holanda mostrou que não fica atrás no quesito Bruce Lee style (Yeah!). Infelizmente, como tinha que cumprir cotas estipuladas pela ONU, a FIFA escalou um árbitro parcialmente cego e o jogo descambou. Nem mesmo o meia lua pra trás + bolinha que De Jong aplicou em cima de Xabi Alonso foi punido. O carrinho por trás que Van Bommel deu no começo do jogo então, acho que no Puyol, lance normal.
Mais pro fim do primeiro tempo, a Holanda deu uma melhorada e levou perigo ao gol de Casillas. Em campo, a laranja também mostrou que um de seus pontos fortes é a execução do famoso fair play, incentivado pela FIFA. Ah, os espanhóis queriam tudo na mão também, né?! Se é pra entregar a bola, que dificulte a vida do adversário então. E antes de acabar a metade da bagaça, Van Persie levou um amarelo por jogar em um time inglês e Puyol levou outro por ter um cabelo muito longo.
No segundo tempo, a Holanda começou vindo mais pra cima e teve duas boas chances de abrir o placar com Robben, porém nas duas o holandês se deparou com Iker Casillas, que desta vez não foi atrapalhado por sua gostosa bela namorada atrás do gol. Em alguns momentos, a Espanha também criou boas chances, mas o quadrado do joystick do Iniesta estava quebrado e a fúria não concluía a gol.
No quesito substituições, pelo lado laranja, Elia entrou no lugar de Kuyt, enquanto pelo lado azul escuro, Navas e Fabregas entraram no lugar de Pedro e Xabi Alonso, respectivamente.
O segundo tempo acabou e o jogo seguiu pra prorrogação. Logo de cara, num dos ataques da Espanha, Xavi foi tocado dentro da área. Porém, o juíz viu corretamente que o espanhol preferiu chutar seu pé e cair deitado do que chutar a bola que estava a menos de 20 metros do gol e não marcou nada. Êta espanhol safado. Safado e sadomasoquista.
Queimando suas duas e últimas alterações, o técnico holandês colocou Van der Vaart e Braafheid no lugar de De Jong e Van Bronckhorst. Não querendo ficar pra trás, o Super Mario Del Bosque também fez sua última substituição e trocou Villa por Torres.
Novamente a Espanha crescia em campo e partia pro ataque. E foi numa dessas idas que Heitinga parou a tabela de Iniesta com as próprias mãos – literalmente. Segundo cartão amarelo para o holandês e um prêmio de melhor mergulho ao espanhol.
Aproveitando o homem a mais em campo, a Espanha continuou indo pra cima, e assim surgiu o gol. Torres tentou cruzar para Iniesta, QUE NÃO ESTAVA IMPEDIDO, como andam insistindo por aí (se duvida, assista ao lance e pause o vídeo no momento do passe) e a zaga interceptou o passe. Felizmente, a bola voltou pra Fabregas, que insistiu em Iniesta. O camisa 6 dominou e meteu a bola pro fundo da rede. Era o gol do título. Na comemoração, a camisa com os dizeres “Dani Jarque siempre con nosotros” (Dani Jarque, sempre conosco), uma bonita homenagem ao ex-jogador do Espanyol, que faleceu em agosto de 2009, vítima de um ataque cardíaco.
Mais uns 5 minutos de jogo, que pra muitos pareceram 45, Howard Webb apitou e a Espanha enfim sagrou-se campeã mundial.
Mesmo com um dos piores ataques da competição, La Furia venceu, marcando apenas 8 vezes em 7 jogos. E David Villa, junto de Thomas Müller, Wesley Sneijder e Diego Forlán, foi um dos artilheiros da copa, com 5 gols.
Pra finalizar, assim como já dizia o telão do Soccer City, nos vemos em 2014. Chega de Copa do Mundo por akee também. Porém, dois pontos devem ser observados antes de terminarmos saporra. Quem leu o texto, deve ter pensado que eu torci pra Espanha durante a Copa. Torci mesmo. E o texto também transpassa a impressão de que o juíz favoreceu muito a Holanda, evitando umas duas ou três expulsões. Favoreceu.
Agora sim, acabamos por akee. Matérias sobre o futebol pós-AVFC, creio que só em agosto, com o reinício dos campeonatos europeus. Mas vai que algo sobre o futebol brasileiro pinta por akee? Ya’ll never know. Ah, e o header da Espanha ficará aee por algum tempo, até eu criar um outro mais novo pro time. Se você estava torcendo pra Holanda, contente-se em saber que tínhamos feito um pra ela também. Quem sabe em 2014, né? Boa noite. Câmbio, desligo.




Escrito por Torres 







































